59 fragmentos distópicos para talvez um amanhã

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[Livro em pré-venda – envio a partir de 10 de agosto]

Esse texto, que chega agora à coleção Dramaturgias, da Editora 7 Letras, é uma experimentação dramatúrgica interessada nas relações entre corpo e escrita, tema ao qual seus autores vêm se dedicando em diversos projetos. A obra celebra mais um encontro literário e artístico que atesta uma amizade cultivada há uns bons anos. Juntos, Jean e Sonia escreveram quatro obras que compõem a Série Oceanos (Coleção Estações): O abismo de rosas azuis, O brilho de Mil Horizontes, Tatuagem sobre o Oceano e Estrelas incandescentes (Hucitec, 2022), organizaram o livro Corpo e(n)cena: ensaios urgentes, com Renato Ferracini (Coleção LiCorEs/Hucitec, 2020) e o dossiê Corpo e(n)cena e (des)educação (2022) na Urdimento: Revista de estudos em
Artes Cênicas
. No teatro, Jean e Sonia realizam, ao mesmo tempo em que fazem nascer este livro, a aula-espetáculo Maratona de Nova York: uma desmontagem, projeto cênico livremente inspirado no texto teatral escrito pelo italiano Edoardo Erba, cuja tradução, assinada por Beti Rabetti, foi publicada no Brasil em 2005, nesta mesma coleção Dramaturgias. Em 59 fragmentos distópicos para talvez um amanhã, no entanto, Jean e Sonia buscam, juntos, zonas limítrofes entre o real e o ficcional, borrando, recriando e inventando, com e nos seus próprios corpos, memórias de passado e de futuro, submergindo em algum cronotopo indefinido, incerto, inacabado, imprevisível.
O resultado é um texto escrito a quatro mãos, sem uma quantidade exata de personagens que, por sua vez, não possuem gênero definido e fluem em uma narrativa que não possui qualquer pontuação ortográfica, o que pede, necessariamente, a participação efetiva, também autoral, das pessoas leitoras e, em caso de montagem cênica, das escolhas e caminhos de quem se responsabiliza pela encenação e interpretação: uma dramaturgia que se apresenta, então, como obra radicalmente aberta e sensivelmente dialógica.

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Em estoque

ISBN: 9788542108873
Sinopse

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Esse texto, que chega agora à coleção Dramaturgias, da Editora 7 Letras, é uma experimentação dramatúrgica interessada nas relações entre corpo e escrita, tema ao qual seus autores vêm se dedicando em diversos projetos. A obra celebra mais um encontro literário e artístico que atesta uma amizade cultivada há uns bons anos. Juntos, Jean e Sonia escreveram quatro obras que compõem a Série Oceanos (Coleção Estações): O abismo de rosas azuis, O brilho de Mil Horizontes, Tatuagem sobre o Oceano e Estrelas incandescentes (Hucitec, 2022), organizaram o livro Corpo e(n)cena: ensaios urgentes, com Renato Ferracini (Coleção LiCorEs/Hucitec, 2020) e o dossiê Corpo e(n)cena e (des)educação (2022) na Urdimento: Revista de estudos em
Artes Cênicas
. No teatro, Jean e Sonia realizam, ao mesmo tempo em que fazem nascer este livro, a aula-espetáculo Maratona de Nova York: uma desmontagem, projeto cênico livremente inspirado no texto teatral escrito pelo italiano Edoardo Erba, cuja tradução, assinada por Beti Rabetti, foi publicada no Brasil em 2005, nesta mesma coleção Dramaturgias. Em 59 fragmentos distópicos para talvez um amanhã, no entanto, Jean e Sonia buscam, juntos, zonas limítrofes entre o real e o ficcional, borrando, recriando e inventando, com e nos seus próprios corpos, memórias de passado e de futuro, submergindo em algum cronotopo indefinido, incerto, inacabado, imprevisível.
O resultado é um texto escrito a quatro mãos, sem uma quantidade exata de personagens que, por sua vez, não possuem gênero definido e fluem em uma narrativa que não possui qualquer pontuação ortográfica, o que pede, necessariamente, a participação efetiva, também autoral, das pessoas leitoras e, em caso de montagem cênica, das escolhas e caminhos de quem se responsabiliza pela encenação e interpretação: uma dramaturgia que se apresenta, então, como obra radicalmente aberta e sensivelmente dialógica.