Valendo-se das estruturas e métricas clássicas e de um amplo domínio da língua, esta alquimia poética de D. G. Ducci traz uma verdadeira jornada pela história da poesia, mesclando o Romantismo ao clássico Árcade, e dialogando com a tradição shakespeariana em forma de soneto. Da Brisa ao Vento, do Vento à Chuva, e desta até o Furacão, Ducci constrói com habilidade e inventividade uma quase-autobiografia poética bastante original.


Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
A herdeira [Washington Square]
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
O produtor como autor
Um vermelho não é um vermelho
Poemas para morder a parede 
