“A palavra já foi valise, chave,
hoje parece uma drágea
de estricnina.
Confeito de amêndoas,
comprimido amassado,
na papila na glote
tem ardor de pastilha.
Uma coisa que alivia
que limpa o pigarro,
que ora se apaga,
ora se aviva.
Ilude como a névoa do cigarro,
e mata apesar do hálito
de placebo.”


Sapatos de culpa
Numa nada dada situação
Cinema, literatura e filosofia
Uma só mão não basta para escrever
"Moscou" visto por
Uma escola de luta
Nas frestas das fendas
Vento, vigília
Poesia reunida
A casa invisível
Corvos contra a noite
Arte, ciências e filosofia no renascimento
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
A trincheira dos trabalhadores
Antologia poética
A Criação Original
Quando formos doces
O tempo amansa / a gente 

