Finalista do Prêmio Jabuti 2020.
Ao abordar a vida no que ela tem de volátil, onde o corpo – enquanto casca – é apenas a embalagem do simbólico, o décimo quarto livro de poemas de Salgado Maranhão, realça a ancestralidade e suas marcações num diálogo intenso com o agora. Dividido em quatro módulos (Casca Mítica, Desenredo, Memorália e Poesia II), cada parte é uma instância autônoma e, ao mesmo tempo, uma variante do todo. Assim, estão convidados os leitores que acompanham com interesse a produção poética deste autor para mais uma aventura no reino da linguagem. Tanto os que buscam o simples prazer do texto, quanto aqueles que estudam sua obra numa perspectiva acadêmica. O livro conta ainda com “auxílios luxuosos” no prefácio de Muniz Sodré e no posfácio de Iracy Souza.


Pulvis
A herdeira [Washington Square]
A história dos seios (2a edição)
O mar que restou nos olhos
Machado de Assis
Corpo em combate, cenas de uma vida
Estou viva
De todas as únicas maneiras
Motus perpetuo
Numa nada dada situação
Poemas para morder a parede 

