O personagem que encena esta farsa paterna escreve um romance que é uma espécie de carta a seu filho recém-nascido, contando desde as dificuldades de lidar com um bebê em tempos de pandemia e distanciamento, passando pelas histórias dos avôs e avós até chegar às minúcias remotas da infância e da adolescência do próprio narrador. Nessa tentativa de explicar o mundo (e a si mesmo) ao filho – futuro leitor, cujo olhar os presentes leitores já antecipam e atualizam –, Raul Ruas constrói uma obra que mistura um pouco de tudo, sempre com uma sinceridade ímpar e uma boa dose de humor na construção da narrativa.


Cadernos de alguma poesia
A queda
O exílio de Augusto Boal
Inclusive, aliás
Vento, vigília
No domínio de Suã
O assassinato da rosa
A casa invisível
Motus perpetuo
Trabalhos jurídicos
Pulvis
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Corvos contra a noite
Como não agradar as mulheres
Numa nada dada situação
Três faltas e você será foracluído [...]
Estrada do Excelsior
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Didática
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Entre Brasil e Portugal
Pessoas em movimento
O Rio de Janeiro nos jornais
Formação de professores e experiência docente
Corpo em combate, cenas de uma vida 

