A filha da mãe

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[Livro em pré-venda – envio a partir de 5 de agosto]

Há algo de deslocado – e, por isso mesmo, profundamente verdadeiro – nas personagens reunidas neste livro. Mulheres e homens que atravessam o cotidiano com um leve descompasso, como se o corpo, a memória ou o desejo nunca coincidissem inteiramente com o mundo ao redor. Não há aqui grandes acontecimentos, mas pequenas fraturas: um gesto fora de hora, uma palavra que não se diz, um encontro que chega tarde demais ou cedo demais.

Os contos se movem entre apartamentos, bares, quartos de hotel, hospitais e paisagens que, mesmo quando abertas, guardam algo de clausura. Em cada cenário, a autora constrói atmosferas densas e precisas, onde o banal se torna estranho e o íntimo ganha uma nitidez quase incômoda. A linguagem é econômica, mas nunca fria: há um cuidado constante com o ritmo da frase, com o peso das imagens, com aquilo que se insinua sem se explicar.

Corpos que envelhecem, que adoecem, que desejam; lembranças que retornam como lampejos ou se dissolvem; relações marcadas por silêncios, ruídos e mal-entendidos – tudo isso compõe um mosaico em que a experiência humana aparece em sua dimensão mais instável. Não se trata de oferecer respostas, mas de sustentar perguntas, de acompanhar essas vidas em seu movimento irregular.

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Selo

Em estoque

ISBN: 9786559059973
Sinopse

[Livro em pré-venda – envio a partir de 5 de agosto]

Há algo de deslocado – e, por isso mesmo, profundamente verdadeiro – nas personagens reunidas neste livro. Mulheres e homens que atravessam o cotidiano com um leve descompasso, como se o corpo, a memória ou o desejo nunca coincidissem inteiramente com o mundo ao redor. Não há aqui grandes acontecimentos, mas pequenas fraturas: um gesto fora de hora, uma palavra que não se diz, um encontro que chega tarde demais ou cedo demais.

Os contos se movem entre apartamentos, bares, quartos de hotel, hospitais e paisagens que, mesmo quando abertas, guardam algo de clausura. Em cada cenário, a autora constrói atmosferas densas e precisas, onde o banal se torna estranho e o íntimo ganha uma nitidez quase incômoda. A linguagem é econômica, mas nunca fria: há um cuidado constante com o ritmo da frase, com o peso das imagens, com aquilo que se insinua sem se explicar.

Corpos que envelhecem, que adoecem, que desejam; lembranças que retornam como lampejos ou se dissolvem; relações marcadas por silêncios, ruídos e mal-entendidos – tudo isso compõe um mosaico em que a experiência humana aparece em sua dimensão mais instável. Não se trata de oferecer respostas, mas de sustentar perguntas, de acompanhar essas vidas em seu movimento irregular.