Ano novo é uma mescla de memória e futuro, condensando múltiplas vozes num emaranhado de tempo. Pode ser 1970 ou 1985, ou 5772 (na tradição judaica), ou mesmo 2017; ou ainda 1961, quando um jornal lançava um apelo a todos os cariocas livres e o presidente (ex-vice) João Goulart declarava: “Não vou dormir sem deixar tudo resolvido”. Afirmação de um trabalho poético de qualidade ímpar, conjugado a ilustrações da própria autora, reconhecida artista plástica, “Ano novo” é um livro transbordante de novos sentidos, em variadas leituras, e que vai muito além de um mero presente.


Pedaço de mim
A estética funk carioca
Uma escola de luta
A invenção do amor
O fim do Brasil
Motus perpetuo
Antologia poética
Ensaios de escola
Vera Ballroom
A gaia ciência de James Joyce
O mar que restou nos olhos
Filosofia e arte
Diálogos possíveis
Tradução, arquivos, políticas
Ficção e travessias
Cadernos de alguma poesia
Machado de Assis
Poemas para morder a parede
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Parados e peripatéticos
A casa invisível
Interpretações literárias do Brasil moderno e contemporâneo
A queda 
