Em Antologia Cosmopolita, Oleg Almeida confirma todo o seu talento poético e linguístico, reunindo um conjunto de poemas que abarcam o mundo, transitando por línguas como o russo, o francês e o português. Seus versos percorrem paisagens portenhas, rapsódias outonais, noites americanas, destacando-se numa pena hábil que equilibra técnica, erudição e lirismo.


Nas frestas das fendas
Culturas e imaginários
Governo Vargas: um projeto de nação
Sobre o programa da filosofia por vir
Para pensar
Da capo al fine
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O morse desse corpo
Cadernos de alguma poesia
Caderno de viagem
Formação de professores e experiência docente
Entre Brasil e Portugal
O tempo amansa / a gente
Terapia de regressão
A casa invisível
Pedaço de mim
Numa nada dada situação
Vento, vigília
Pulvis 

