Em Antologia Cosmopolita, Oleg Almeida confirma todo o seu talento poético e linguístico, reunindo um conjunto de poemas que abarcam o mundo, transitando por línguas como o russo, o francês e o português. Seus versos percorrem paisagens portenhas, rapsódias outonais, noites americanas, destacando-se numa pena hábil que equilibra técnica, erudição e lirismo.


Teatro e comicidades: Estudos sobre Ariano Suassuna e outros ensaios
Nas frestas das fendas
Teatro dos 4
Cena, dramaturgia e arquitetura
Burguesia e trabalho
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
História de vocês
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Jogos de contrastes
O Cid (1636-1637)
O esporte no cenário ibero-americano
O exílio de Augusto Boal
Entre Brasil e Portugal
Pulvis 

