Um olhar revelador sobre o cotidiano e a paixão arrebatadora pela palavra (impressa na pele em forma de tatuagem) são as matérias-primas do segundo livro da poeta carioca Maria Rezende. Em Bendita Palavra a voz feminina retorna cheia de lirismo.
“Ela tem um jeito próprio de escrever. Não é poesia ‘feminina’, mas quem fala ali é uma mulher. A fala é fluente mas o uso das palavras é irreverente e criativo.”
Ferreira Gullar, poeta


Numa nada dada situação
O menor amor do mundo
Nas frestas das fendas
Da capo al fine
O mar que restou nos olhos 

