Com um jogo de palavras fascinante e num estilo que foge da poesia convencional contemporânea, Sidnei Cruz absorve a figura do inseto que dá nome ao livro e manifesta seus desdobramentos nestas páginas. O voo deste Besouro resvala na arte de Belchior, de Chico Buarque, de Pixinguinha, da geração Beatnik e de muitos outros, que somam e dão nova dimensão à obra.


Motus perpetuo
Algum Lugar
Raízes partidas
História de vocês
O mar que restou nos olhos
Nas frestas das fendas
Tartamudo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Numa nada dada situação
A casa invisível
Estou viva
Pulvis 

