Em “Boa noite, Senhor Soares”, Mário Cláudio estabelece um diálogo com a obra de Fernando Pessoa a partir do seu heterônimo Bernardo Soares. Fazendo ficção da própria ficção, Mário Cláudio explora a atmosfera social e emocional que envolve o narrador do “Livro do Desassossego”, mergulhando com o leitor na sua Lisboa cotidiana. Sedutor e original, este livro oferece ao público brasileiro a oportunidade de conhecer o texto de um dos mais instigantes escritores portugueses contemporâneos.


O fracasso do poema
Versos oblíquos ou A obliquidade do tempo vol. 2
Notas totais sobre partículas
O combate ao julgamento no empirismo transcendental de Deleuze
João do Rio plural 

