Em sua análise das relações entre o PCB e o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro, no recorte temporal de 1945 a 1964, Marco Aurélio Santana não se preocupa exclusivamente em narrar uma trajetória histórica, optando por estudar a influência mútua dos órgãos sindicais e partidários. Na construção da história conjunta do partido e do sindicato, que passa por intervenções e resistências, o autor aborda questões controversas de forma inovadora, dando ênfase à ação e aos mecanismos de conquista de espaço para a implementação da linha sindical partidária.
Bravos companheiros
Comunistas e metalúrgicos no Rio de Janeiro (1945/1964)
R$45,00 R$42,75 no PIX
Em estoque


Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Livro das sonoridades
Campos de Carvalho contra a Lógica
Carnaval, ritual e arte
A história dos seios (2a edição)
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Três faltas e você será foracluído [...]
Da capo al fine
Hakim, o geômetra e suas aventuras
Modo de ser
Tartamudo
Rotas de teatro
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Desconstruções e contextos nacionais
Desmontagens
Estrada do Excelsior
O desejo de esquecer
No limite da palavra
Política, governo e participação popular 

