Ler o livro Carinhoso, de Ana Carolina Assis, é como receber um cartão do Dia dos Namorados todo perfumado, ou como acordar com um carro de som na porta do seu prédio, tocando Raça Negra, enfeitado de balões em formato de corações. Pode parecer careta, mas no fundo o coração saltita elétrico. Do primeiro amor até o começo de outro, os versos vão repousando no peito de quem lê. Por vezes, dentro dos ônibus; por outras, no forró de uma feira. E é entre os amores, sejam quais forem e como forem, que lemos e relemos – porque amar também pode ser um livro.


O assassinato da rosa
Raízes partidas
Da capo al fine
Corpo sem órgãos
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Sem firulas
Corvos contra a noite
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
A casa invisível
Como impressionar sem fazer esforço
No limite da palavra
O triunfo do Real
Sodoma
O autista e seus objetos
Espaço, corpo e tempo
O futuro da infância e outros escritos
Saúde mental e memória
Discurso e…
Antologia poética
Mudanças e desafios sociológicos
Poesia reunida
O morse desse corpo 

