É no chão inquieto que se move a poesia de Pedro Rocha um chão de terra suja, sob as sarjetas douradas do Leblon, de asfalto molhado, onde ferventa o som de pneu, esse chão terra negra, terreno ultrafértil da poesia. Uma poesia performance, falada, vivida e sentida com todos os sentidos.


O mar que restou nos olhos
Da dificuldade de nomear a produção do presente
História de vocês
O menor amor do mundo 

