Dizem que os melhores perfumes vêm em pequenos frascos. Quando a gente se depara com um livro tão breve e ao mesmo tempo tão certeiro e conciso como este Covil, o dito parece fazer todo sentido. Julia de Souza tem o cuidado de uma fina artesã, que sabe tecer com precisão e delicadeza uma escrita ao mesmo tempo simples e sedutora – combinando com maestria palavra e cenário, ritmo e sonoridade, trazendo a cada nova leitura o sabor do inesperado.


Motus perpetuo
No limite da palavra
Cara de cavalo
"Babilônia 2000" visto por
Como não agradar as mulheres
78
O estado das coisas
Desmontagens
De todas as únicas maneiras
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Ciclopes e medusas
Poemas para morder a parede
Novo tempo
A canção do vendedor de pipocas
Nas frestas das fendas
Anatomia de uma perda
Beco da vida
O morse desse corpo
Histórias do bom Deus
Pedaço de mim 

