A palavra poética, em todas as suas dimensões, é a matéria-prima de Gabriela Marcondes. A palavra plástica, sonora e logopaica. Em depois do vértice da noite, Gabriela mescla elementos tradicionais da arte poética, desenvolve experiências com as novas tecnologias eletrônicas e incorpora a visualidade das vanguardas na sua poesia. Com uma rigorosa construção formal, ironia e sensibilidade, estes poemas visuais e poemas-objeto surpreendem pelo alto impacto estético, e devem ser lidos – como diz Claudio Daniel – “com a inteligência e os sentidos em alerta”.


A arte do teatro
Da capo al fine
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Maratona de Nova York
Rotas de teatro
Cadernos de alguma poesia
A praça do mercado
Trânsitos e deslocamentos teatrais: Da Itália à américa latina
Beco da vida
Nenhum nome onde morar
Novarina em cena
3º Encontro questão de crítica
O menor amor do mundo
Poemas para morder a parede
O mar que restou nos olhos 

