Hilsa Rodrigues nasceu no dia 13 de março de 1934. Aos 12 anos de idade, como filha de Matamba, Dona Hilsa foi iniciada na religião do candomblé de nação angola por Marcelina Plácida Conceição (conhecida como Dona Massu). Hilsa Rodrigues recebeu, então, seu nome-de-santo: Mukalê. Em 1975, recebeu seu sacafunã, ou seja, o direito de iniciar seus próprios filhos de santo, e deu ao terreiro o nome que tem até hoje: Matamba Tombenci Neto. Desde então, Mãe Mukalê (ou Mãe Hilsa Mukalê, como é conhecida) iniciou dezenas de pessoas no candomblé. Além disso, criou seus 14 filhos de sangue, que lhe deram dezenas de netos e bisnetos.
Em 1983, conheceu Marcio Goldman — hoje professor associado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro —, que desenvolveu pesquisas antropológicas em seu terreiro. Entre muitas coisas, desse encontro nasceu este livro.


Como era fabuloso o meu francês!
1922
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poesia reunida
O assassinato da rosa
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
Desenvolvimento, trabalho e cidadania
Numa nada dada situação
Mulheres de moto pelo mundo
Arroz e feijão, discos e livros
Espiral: contos e vertigens
O tempo amansa / a gente
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Até segunda ordem não me risque nada
A desordem das inscrições
Corvos contra a noite
Caminhos do hispanismo
A tulipa azul do sonho 

