Neste terceiro livro de poemas de Alexandre Pilati, veremos ecos da melhor tradição poética brasileira em diálogo com a indústria cultural; um refinamento erudito pouco comum aliado a um recolher sensível das dicções populares. A mescla consistente e inquietamente dialética de elementos é o grande valor desta obra. E outros nem tanto assim convoca o leitor a sentir o mundo pelo avesso e a pensá-lo com a mais poética energia.


Um vermelho não é um vermelho
A invenção do amor
Política, governo e participação popular
"Um dia na vida" visto por
Teoria do fim da arte
O mais sutil é a queda
No limite da palavra
Vento, vigília 
