“A poesia é uma serpente / que agarro pela cauda. / Se vou pela cabeça, / ela me dá o bote.” Em seu novo livro, Pollyanna Furtado constrói uma atmosfera muito própria, onde habitam cenas em desalinho, solidões de astros, águas turvas, elefantes em isopor azul. Sua escrita é um jogo de sombra e luz que adentra memórias nubladas e confirma o talento da autora, que foi uma das finalistas do Prêmio Jabuti 2018.


Cara de cavalo
As amarras
O som dos anéis de Saturno
Pessoas em movimento
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Fraquezas humanas
Carona é uma coisa muito íntima
De todas as únicas maneiras
Vento, vigília
A herdeira [Washington Square]
No limite da palavra
Sophia: singular plural
Antologia poética
Espaço, corpo e tempo
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
O morse desse corpo 

