Em Elegia ao novo mundo, Narlan Matos transporta o leitor para as paisagens sedutoras do Novo México, trazendo em cada verso os ritmos e as cores dos índios Apaches e Navajos, capturando a cultura de povos mexicanos, porto-riquenhos, cubanos, nicaraguenses, colombianos, argentinos. Nessa viagem literária, o leitor se depara com poemas de tom épico, que unem, com sensibilidade, o lirismo, a criatividade e a mais pura emoção – que, acalentada no íntimo do poeta, se transforma na singular matéria-prima da sua obra.


"Pervivências" do arcaico
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Max Martins em colóquio
Ave, Rosa!
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Além do visível
Placenta: estudos
Corvos contra a noite
Muito além da adaptação
Cadernos de alguma poesia 

