Em Elegia ao novo mundo, Narlan Matos transporta o leitor para as paisagens sedutoras do Novo México, trazendo em cada verso os ritmos e as cores dos índios Apaches e Navajos, capturando a cultura de povos mexicanos, porto-riquenhos, cubanos, nicaraguenses, colombianos, argentinos. Nessa viagem literária, o leitor se depara com poemas de tom épico, que unem, com sensibilidade, o lirismo, a criatividade e a mais pura emoção – que, acalentada no íntimo do poeta, se transforma na singular matéria-prima da sua obra.


Era preciso um caminho
A desordem das inscrições
Nenhum nome onde morar
Burguesia e trabalho
Rita
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
O futuro da infância e outros escritos
Culturas e imaginários
O que me importa agora tanto
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Vento, vigília
Sinais Trocados
1922
Pedaço de mim
Nas frestas das fendas 

