Em Estrangeira, diversas narrativas saltam das páginas e se mostram ao olhar; num misto de diário de viagem, moleskine ou caderno de notas, a obra apresenta a crônica da cidade, com suas avenidas, histórias e habitantes: as descobertas de quem se debruça sobre a arte, poesia, e filosofia numa imersão na atmosfera cultural de Paris: a experiência de ser estrangeira, imigrante.Inspiradora, fértil, esta experiência conduz a narradora numa viagem de reflexão sobre o processo da escrita, sobre a gênese da poesia e da arte. Nesta obra íntima e universal, Solange Rebuzzi partilha as descobertas poéticas, filosóficas e pessoais dessa travessia – que percorre Paris, Rio de Janeiro e a Manaus natal em direção ao conhecimento de si, do outro, do mundo.


Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Ave, Rosa!
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
O mais sutil é a queda 
