Em cada página destes Estudos do corpo pulsa a paixão pela forma e pela música. Alexandre Coutinho compõe uma poesia melódica e sincopada, entrelaça palavras, emoções e ideias em versos que encantam pelo desequilíbrio harmônico de suas linhas. Cada poema é uma jam session que seduz o leitor com seu ritmo e sinuosidade.
Em uma escrita feita de imagem, som e movimento, a emoção é a base para a descoberta de novas texturas poéticas. Jogando com diferentes tonalidades, tempos e respirações, Alexandre Coutinho rabisca, desliza e dança pelo papel, criando uma melodia poética aberta ao improviso – abraçando o silêncio e preenchendo-o com uma voz singular.


O mar que restou nos olhos
Cadernos de alguma poesia
Corpo em combate, cenas de uma vida
O menor amor do mundo
Machado de Assis
Poemas para morder a parede
O jardim dos anjos
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel 

