Com a iminência da partida dos filhos para morar no exterior, a Mãe (e narradora) se vê forçada a uma espécie de exílio invertido, enquanto mistura suas futuras saudades às lembranças do passado para criar – no tênue equilíbrio da escrita, única âncora que resta para dar conta das ausências – uma obra de rara beleza, intensa e original. A prosa leve e original de Geny Vilas-Novas extrai uma força palpável das mais profundas emoções humanas: e se traduz na construção dessa bela história, que quase nem parece ficção.


Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Vento, vigília
Territórios socioambientais em construção na Amazônia brasileira
Espiral: contos e vertigens
Tradução, arquivos, políticas
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Realismo, realismos
Max Martins em colóquio
Motus perpetuo
Desenvolvimento, trabalho e cidadania
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
O mais sutil é a queda 

