Manhã quase tarde confirma a veia poética sensível e singular de Fernanda Oliveira. Nesta obra, a poeta transporta para os versos um olhar inquieto e agudo que ultrapassa o óbvio, questionando a superfície das coisas. Sem regras, solta, sua poesia ganha ao desvelar a força por trás da mais frágil emoção. Cada momento desta “manhã” revela a fertilidade poética nas mais fugazes imagens, nos mais voláteis sentimentos. Uma fertilidade alimentada pela liberdade íntima com que Fernanda explora a face lunar e solar das emoções humanas.
| Número de Páginas | |
|---|---|
| Ano | |
| Formato | |
| Edição | |
| Selo |


Entre pedaços e camadas
Histórias do bom Deus
Poesia reunida
Viver em rede
Rogério Duprat, arranjos de canção e a sonoplastia tropicalista
Como era fabuloso o meu francês!
Murmúrios
Lições do Tempo
Cinzas do século XX
Como não agradar as mulheres
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
O tempo amansa / a gente
Literatura de mulherzinha
No domínio de Suã
A praça do mercado
Motus perpetuo
Vento, vigília
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
Etnobiografia
O chamado da vida
Reversor
A ordem interior do mundo
Combatentes da paz
Cadernos de alguma poesia 
