Me pergunto quem são
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[Livro em pré-venda – envio a partir de 10 de setembro]
Em Me pergunto quem são, Ismar Tirelli Neto leva adiante uma poesia em que o cotidiano parece a todo instante prestes a sair dos trilhos. Cidades, casas, corpos, livros, relações amorosas, lembranças, doenças, objetos e conversas entram nos poemas para logo adquirir novas e inesperadas conexões. A linguagem avança por desvios, associações, cortes e mudanças de direção, num movimento em que humor e inquietação caminham juntos.
Entre poemas breves, sequências, enumerações e textos que se aproximam da prosa, Tirelli Neto transforma referências literárias e culturais, cenas banais e resíduos da vida contemporânea em matéria de uma escrita que resiste à explicação imediata. O sentido se constrói e se desfaz diante do leitor, sem jamais desaparecer por completo: por trás das palavras, permanece a impressão persistente de que algo muito preciso está sendo dito.
A passagem do tempo, a fragilidade do corpo, o amor, a memória, a vida nas cidades e a dificuldade de reconhecer o outro — e a si mesmo — atravessam o livro. Com inteligência verbal, humor autodepreciativo e uma imaginação capaz de aproximar o mais familiar do mais estranho, Me pergunto quem são confirma a singularidade de Ismar Tirelli Neto na poesia brasileira contemporânea.
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Em Me pergunto quem são, Ismar Tirelli Neto leva adiante uma poesia em que o cotidiano parece a todo instante prestes a sair dos trilhos. Cidades, casas, corpos, livros, relações amorosas, lembranças, doenças, objetos e conversas entram nos poemas para logo adquirir novas e inesperadas conexões. A linguagem avança por desvios, associações, cortes e mudanças de direção, num movimento em que humor e inquietação caminham juntos.
Entre poemas breves, sequências, enumerações e textos que se aproximam da prosa, Tirelli Neto transforma referências literárias e culturais, cenas banais e resíduos da vida contemporânea em matéria de uma escrita que resiste à explicação imediata. O sentido se constrói e se desfaz diante do leitor, sem jamais desaparecer por completo: por trás das palavras, permanece a impressão persistente de que algo muito preciso está sendo dito.
A passagem do tempo, a fragilidade do corpo, o amor, a memória, a vida nas cidades e a dificuldade de reconhecer o outro — e a si mesmo — atravessam o livro. Com inteligência verbal, humor autodepreciativo e uma imaginação capaz de aproximar o mais familiar do mais estranho, Me pergunto quem são confirma a singularidade de Ismar Tirelli Neto na poesia brasileira contemporânea.
