”Às vezes / tento descobrir / quem é esse cara / que se passa / por Heitor […]” – assim se apresenta o poeta ao “caro editor”, e por conseguinte ao leitor de seu novo livro: Meu semelhante. A escrita íntima, o olhar sutil sobre o tempo e a cidade, os tantos poetas e poemas que (não) se escondem ao longo dos versos, às vezes trazem um tom de leve ironia que é quase uma piscadela para o leitor, cúmplice desde o título. Sete anos depois do belíssimo “Um a menos”, Heitor Ferraz volta à cena com um livro que reafirma seu trabalho como um dos autores mais importantes da atualidade.


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Crítica de poesia
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Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
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Tartamudo
Outro (& outras)
Um vermelho não é um vermelho
A construção social do "ex-bandido"
O médico e o barqueiro e outros contos
Tramas epistêmicas e ambientais 

