Partindo de restos, sobras, coisas de menor importância, Migalha trata na verdade de temas fundamentais: revoltas contra interesses escusos, crenças particulares, denúncia da violência. Aqui também há espaço para conversas entreouvidas, zen-budismo, ironias sutis. Encerradas em versos ao mesmo tempo breves e amplos, tais migalhas são, de acordo com Ricardo Vieira Lima, parte de uma “poética da essencialidade sintética” intrínseca ao autor.


Longarinas
Feminina e visceral
Nós sem mundo
Bye bye Babel – 2a edição
Tribulações de um sonhador contumaz
20 poemas para o seu walkman
O menor amor do mundo 

