Míngua se destaca pelo equilíbrio poético entre gestos corporais, elementos da natureza, objetos do dia a dia. Utilizando muitas vezes o recurso da metalinguagem, o autor reflete também sobre a escrita, a poesia e a arte. Nesta obra de lirismo e sensibilidade ímpares, os silêncios e entrelinhas articulam com mais eloquência o sentido dos versos.


Poemas para morder a parede
Mulheres velejando pelo mundo
O mar que restou nos olhos
O papagaio & outras músicas
Sideral
Cantilena
Estou viva 

