Monodrama vem quebrar o jejum de 13 anos de Carlito Azevedo, autor de destaque no atual cenário poético brasileiro. Este é o livro mais político, no sentido amplo, do autor, mas também o mais irreverente e emocionado. Poemas extensos e uma multiplicidade de personagens surgem destas páginas nas quais predomina a figura do imigrante, do clandestino, do outro a quem o mundo hostil fecha portas. Se o desencanto político dá o tom dos poemas iniciais, a pauta mais autobiográfica da série “H.” é uma novidade no estilo do autor. Neste texto dedicado à experiência da doença e morte da mãe, o autor convoca a ironia e a emoção para afrontar a grande contradição humana: a certeza e a inconformidade com a perda.
Monodrama foi um dos dez finalistas do Prêmio Portugal Telecom 2010.


Quando formos doces
Rita
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Grito em praça vazia
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O mar que restou nos olhos
Tchau, crachá
Pedaço de mim 

