As muitas geografias de Mariano Marovatto trazem o sabor de uma novidade quase como aquelas da infância: de brinquedo, de romanec, de papel de bala, de princesa distante, de promessa de beijo. As mulheres sobre patins podem não ser tão feias à segunda leitura, assim como as treze amigas gordas: porque a poesia também é o que não é, assim como uma Transiberiana pode atravessar Maceió.


A casa invisível
O morse desse corpo
Estrada do Excelsior
Estou viva
Poemas para morder a parede
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Vera Ballroom
Cadernos de alguma poesia
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Natureza humana 2
História de vocês
O fim do Brasil 

