Como uma Xerazade dos tempos modernos, a narradora de Mundo Novo tem histórias fantásticas para contar. Entre as lembranças de sua vida e os contos que lê para o marido inerte e silencioso, ela vai tecendo um romance em que a mistura e o choque entre o real e o imaginário trazem novas surpresas a cada página. Apresentando um projeto gráfico especial, com ilustrações coloridas pontuando o texto, a leitura do romance é ainda enriquecida pelo toque de arte que se entrelaça a seus capítulos.


O mar que restou nos olhos
Motus perpetuo
Esportes nos confins da civilização
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Caderno de viagem
O morse desse corpo
Vento, vigília
As linguagens do futebol em Moçambique
Numa nada dada situação
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Durante
Nas frestas das fendas
Parados e peripatéticos
Quando estava indo embora
Além do visível
Pedaço de mim
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poética da profanação
Nenhum nome onde morar
Temas da sociologia contemporânea
A casa invisível
Tartamudo 

