A força da poesia de Fernanda Oliveira se concentra na vulnerabilidade, na escuridão que lhe dá gênese. Nos seus poemas, as palavras explodem como feixes de luz clareando o seu íntimo. Como música no silêncio. Ora em gritos, ora em sussurros, as palavras estão sempre à flor da pele, movem-se lenta e subrepticiamente, se escondem, até que, dos versos simples e construções coloquiais, escapa um singular magnetismo.
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Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Poemas para morder a parede
Ficção e travessias
A ordem interior do mundo
O morse desse corpo
Cadernos de alguma poesia
Pessoas em movimento
Cinzas do século XX
Corvos contra a noite
Estrada do Excelsior
Pulvis
O fim do Brasil
As amarras
Quase música
O tempo amansa / a gente
Antologia poética
Diálogos possíveis
Caminhos do hispanismo
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
História, memória, instituições
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Vento, vigília
Combatentes da paz
Cidade sportiva (2)
O assassinato da rosa 

