Reescrever a história pela perspectiva das mulheres se passa, muitas vezes, por dar ouvidos àquelas que são matéria de transmissão de nossas histórias: as avós. Como as mulheres reescrevem a história a partir da escrita da história de suas avós? O que vive de nossas avós em nossas escritas? O que se escreve do esquecido, do que não foi ouvido de nossas avós? A partir de alguns livros e poemas da poesia brasileira contemporânea escrita por mulheres, como Ana Carolina Assis, Bruna Mitrano, Heleine Fernandes, Helena Zelic, Jussara Salazar, Laís e Lívia Auler, Mar Becker e Tatiana Pequeno, esse livro pretende abordar o que se desloca da língua para o ouvido, da boca para a mão, quando a herança do Nome-do-pai também é deslocada, quando a herança se torna a transmissão, pela precariedade, de uma impropriedade e não de uma propriedade. Elaborando o que vive das avós nas escritas, convidamos as leitoras e os leitores a retomarem a caixa de costura, aquela esquecida na gaveta, que destece os pontos e tece os nós dos avessos das genealogias.
No avesso da genealogia
netas, avós
Danielle Magalhães, Flavia Trocoli
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