Fragmentado, cortado e remendado, O beijo canibal lembra as técnicas do cut up, de Willian Burroughs. Não à toa, Daniel Odier começou sua carreira de escritor sob o signo do autor de Almoço nu.
Bird, uma jovem que vê a vida como uma estrada, é contratada para percorrer o país em busca de experiências que possam render um livro. Em seguida, o próprio contratante, o escritor, e seu duplo, o Camaleão, saem à sua procura. Mas Bird viaja por um país em nada parecido com o sonho americano. Trava encontros com personagens exóticos, situações pouco comuns e, nessa trajetória improvável, acaba chegando aos Antropófagos e ao poeta Oswald de Andrade.


Cadernos de alguma poesia
Pedaço de mim
O assassinato da rosa
Adeus conto de fadas
A cidade inexistente
Grito em praça vazia
Caligrafias
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo
Estou viva
Tradução, arquivos, políticas
Da capo al fine
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Estrada do Excelsior
Novo tempo
Algum Lugar
Poemas para morder a parede
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O tempo amansa / a gente
Teoria do fim da arte
A bordo do Clementina e depois
O mar que restou nos olhos
O som dos anéis de Saturno
Vera Ballroom 

