Em O cavalo vestido, Narjara Medeiros apresenta Miguel, um escritor solitário que percorre os lugares mais inóspitos do Brasil profundo, tentando escrever mais uma página do seu livro. Entre fugas, saltos, tragadas, copos e romances, este anti-herói vai ganhando as estradas do interior árido até o litoral mais ameno, acompanhado apenas pelo quadro do Mestre Dostoiévski – para alguns seu pai, para outros seu avô. Cada cidade é mais um cenário em que Miguel tenta erigir a sua obra, no afã de tentar forçar a cópula entre as palavras que se estranham, rebeldes”. A cada km que percorre, Miguel e o leitor, que o acompanha – conhece mais uma faceta da


Parados e peripatéticos
Murmúrios
Cadernos de alguma poesia
Ciclopes e medusas
Grito em praça vazia
Beco da vida
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
Reversor
Rita
Vento, vigília
Fraquezas humanas
Tradução, arquivos, políticas
A desordem das inscrições
Estou viva
O tempo amansa / a gente
Estrada do Excelsior
O morse desse corpo
Sophia: singular plural
Nenhum nome onde morar
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
"Pervivências" do arcaico
Ritual e performance
A cidade inexistente
Etnobiografia
Antologia poética
Fausto tropical 

