O corpo em ato

Organização:

Sabrina Parracho Sant’Anna

Tatiana Bacal

Felipe Scovino

Marco Antonio Gonçalves

Fabiana Rivas Monje

O preço original era: R$97,00.O preço atual é: R$79,00.

R$75,05 no Pix
3x de R$26,33 s/ juros

[Livro em pé-venda – envio a partir de 16 de novembro]

Em O corpo em ato, a arte contemporânea é pensada a partir de corpos que não apenas ocupam o mundo, mas agem sobre ele. Corpos que atravessam ruas, museus, instituições, territórios e redes digitais; que carregam as marcas da história e, ao mesmo tempo, desafiam as formas de violência, controle e apagamento que atravessam as sociedades latino-americanas. Reunindo doze ensaios de diferentes áreas das ciências humanas e da crítica de arte, o livro percorre um território deliberadamente móvel. Em vez de buscar uma definição estável de América Latina ou de “arte latino-americana”, seus autores investigam as tensões e contradições dessas categorias, aproximando experiências do Brasil, Chile, Colômbia e Argentina e colocando em diálogo diferentes línguas, tradições e formas de conhecimento. Performance, videoarte, práticas têxteis, arte digital, museus, espaços públicos, feminismos, culturas indígenas e questões ambientais formam uma trama em que arte e sociedade não aparecem como campos separados. O corpo é o fio que atravessa essas experiências: corpo feminino, negro, dissidente, indígena, híbrido, humano e não humano; corpo submetido à violência, mas também capaz de produzir resistência, memória e novas relações. Inspirado pela ideia de “errância” de Édouard Glissant, O corpo em ato recusa percursos previamente traçados. Da Amazônia às instituições internacionais de arte, do fio ao ambiente digital, seus ensaios transitam entre história da arte, antropologia, sociologia e estudos culturais para pensar não apenas sobre as práticas artísticas, mas com elas.
O resultado é menos um mapa da arte contemporânea latino-americana do que um convite a desorganizar mapas conhecidos. Em um continente marcado por heranças coloniais, ditaduras, desigualdades e disputas de identidade, a arte surge aqui como lugar de invenção e confronto.  São corpos em movimento — ou, como sugere Frederico Coelho no prefácio, “corpos contra” — que tornam visíveis outras maneiras de ocupar o presente e imaginar o que ainda pode vir.

Número de Páginas
Ano
Formato
Selo

Em estoque

ISBN: 9788542109139
Sinopse

[Livro em pé-venda – envio a partir de 16 de novembro]

Em O corpo em ato, a arte contemporânea é pensada a partir de corpos que não apenas ocupam o mundo, mas agem sobre ele. Corpos que atravessam ruas, museus, instituições, territórios e redes digitais; que carregam as marcas da história e, ao mesmo tempo, desafiam as formas de violência, controle e apagamento que atravessam as sociedades latino-americanas. Reunindo doze ensaios de diferentes áreas das ciências humanas e da crítica de arte, o livro percorre um território deliberadamente móvel. Em vez de buscar uma definição estável de América Latina ou de “arte latino-americana”, seus autores investigam as tensões e contradições dessas categorias, aproximando experiências do Brasil, Chile, Colômbia e Argentina e colocando em diálogo diferentes línguas, tradições e formas de conhecimento. Performance, videoarte, práticas têxteis, arte digital, museus, espaços públicos, feminismos, culturas indígenas e questões ambientais formam uma trama em que arte e sociedade não aparecem como campos separados. O corpo é o fio que atravessa essas experiências: corpo feminino, negro, dissidente, indígena, híbrido, humano e não humano; corpo submetido à violência, mas também capaz de produzir resistência, memória e novas relações. Inspirado pela ideia de “errância” de Édouard Glissant, O corpo em ato recusa percursos previamente traçados. Da Amazônia às instituições internacionais de arte, do fio ao ambiente digital, seus ensaios transitam entre história da arte, antropologia, sociologia e estudos culturais para pensar não apenas sobre as práticas artísticas, mas com elas.
O resultado é menos um mapa da arte contemporânea latino-americana do que um convite a desorganizar mapas conhecidos. Em um continente marcado por heranças coloniais, ditaduras, desigualdades e disputas de identidade, a arte surge aqui como lugar de invenção e confronto.  São corpos em movimento — ou, como sugere Frederico Coelho no prefácio, “corpos contra” — que tornam visíveis outras maneiras de ocupar o presente e imaginar o que ainda pode vir.