O fulgor da concretude

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[Livro em pré-venda – envio a partir de 7 de novembro]

As investigações sobre a liberdade acompanham as muitas veredas filosóficas da filosofia moderna. Tanto as considerações políticas quanto as formulações mais arriscadas de searas epistemológicas e até mesmo metafísicas parecem ter de passar por um enfrentamento com o problema da liberdade. Se a modernidade se jacta em sua ideia de Sujeito e de individualidade, tal conquista parece prestes a ruir a cada segundo com as ameaças de uma falta de clareza sobre a liberdade.

As contribuições de Søren Kierkegaard para a filosofia da existência e para o conceito de subjetividade já são bastante conhecidas. As ranhuras da concepção kierkegaardiana de liberdade existencial, no entanto, foram agora expostas de modo minucioso por Lucas Lazzaretti na rigorosa análise que constitui este O fulgor da concretude.

Partindo de uma reconstrução da filosofia kierkegaardiana por meio de uma ideia de contemporaneidade, Lazzaretti demonstra como o filósofo dinamarquês pode ser lido como um autor preocupado com os limites da filosofia moderna e com a possibilidade de situar-se, em um duplo sentido, no seu próprio tempo. Na leitura aqui empreendida, Kierkegaard é um autor revolucionário, atento para as mudanças sociais e políticas de seu tempo, mas também ciente das aberturas filosóficas (e existencialmente ontológicas) que precisavam ser enfrentadas.

Aos leitores de filosofia, O fulgor da concretude traz uma visada diferente de um filósofo muitas vezes tomado por leituras simplificadoras e limitadas por visões teológicas. Neste livro, Kierkegaard combate o conceito de realidade dentro da própria realidade, imanente ao pensamento e no esforço para constituir uma ideia de liberdade existencial.

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Em estoque

ISBN: 9788542109269
Sinopse

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As investigações sobre a liberdade acompanham as muitas veredas filosóficas da filosofia moderna. Tanto as considerações políticas quanto as formulações mais arriscadas de searas epistemológicas e até mesmo metafísicas parecem ter de passar por um enfrentamento com o problema da liberdade. Se a modernidade se jacta em sua ideia de Sujeito e de individualidade, tal conquista parece prestes a ruir a cada segundo com as ameaças de uma falta de clareza sobre a liberdade.

As contribuições de Søren Kierkegaard para a filosofia da existência e para o conceito de subjetividade já são bastante conhecidas. As ranhuras da concepção kierkegaardiana de liberdade existencial, no entanto, foram agora expostas de modo minucioso por Lucas Lazzaretti na rigorosa análise que constitui este O fulgor da concretude.

Partindo de uma reconstrução da filosofia kierkegaardiana por meio de uma ideia de contemporaneidade, Lazzaretti demonstra como o filósofo dinamarquês pode ser lido como um autor preocupado com os limites da filosofia moderna e com a possibilidade de situar-se, em um duplo sentido, no seu próprio tempo. Na leitura aqui empreendida, Kierkegaard é um autor revolucionário, atento para as mudanças sociais e políticas de seu tempo, mas também ciente das aberturas filosóficas (e existencialmente ontológicas) que precisavam ser enfrentadas.

Aos leitores de filosofia, O fulgor da concretude traz uma visada diferente de um filósofo muitas vezes tomado por leituras simplificadoras e limitadas por visões teológicas. Neste livro, Kierkegaard combate o conceito de realidade dentro da própria realidade, imanente ao pensamento e no esforço para constituir uma ideia de liberdade existencial.