“Os dias estão / felizes dentro de tua mão.” Nestas páginas, o autor descreve o tempo de espera e a felicidade do agora, momentos que flutuam com delicadeza ao redor de Carolina, retratando seus espaços e objetos, seus gestos e feições. Uma obra de sensibilidade ímpar.


Antologia poética
A paixão mortal de Paulo
Culturas e imaginários
Nenhum nome onde morar
O tempo amansa / a gente
O movimento queremista e a democratização de 1945
Estrada do Excelsior 

