O Rio de Janeiro nos jornais

Ideologias, culturas políticas e conflitos sociais (1930-1945)

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Uma leitura da cidade do Rio de Janeiro e da Era Vargas a partir dos jornais que circulavam na época é a proposta de O Rio de Janeiro nos jornais: ideologias, culturas políticas e conflitos sociais (1930-1945). Organizada por Jorge Ferreira, a obra reúne textos inéditos, resultado de pesquisas dedicadas a período importante da história do Brasil republicano. O presente volume surge como sequência da obra homônima lançada em 2011, voltada para a experiência democrática entre 1946 e 1964.

Debruçando-se sobre a multiplicidade de jornais e revistas que circulavam então, analisando a pluralidade de tendências políticas na imprensa (e por vezes, a coexistência de posturas opostas ou a alteração de opiniões no mesmo jornal), os pesquisadores partilham com o leitor uma fonte preciosa de conhecimentos sobre o Rio de Janeiro na época em que ainda era capital da República. Partindo de temas como os bailarinos de formação clássica que dançavam maracatu, ao processo que levou, no carnaval, à oficialização dos desfiles das escolas de samba, até a influência dos sindicalistas nas políticas sociais do governo e a indignação popular contra afundamentos de navios brasileiros por submarinos alemães durante a Segunda Guerra – cada um destes textos permite, sob diferentes ângulos, pensar uma época de estímulo à criação de uma identidade brasileira.

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ISBN: 978-85-421-0257-4
Sinopse

Uma leitura da cidade do Rio de Janeiro e da Era Vargas a partir dos jornais que circulavam na época é a proposta de O Rio de Janeiro nos jornais: ideologias, culturas políticas e conflitos sociais (1930-1945). Organizada por Jorge Ferreira, a obra reúne textos inéditos, resultado de pesquisas dedicadas a período importante da história do Brasil republicano. O presente volume surge como sequência da obra homônima lançada em 2011, voltada para a experiência democrática entre 1946 e 1964.

Debruçando-se sobre a multiplicidade de jornais e revistas que circulavam então, analisando a pluralidade de tendências políticas na imprensa (e por vezes, a coexistência de posturas opostas ou a alteração de opiniões no mesmo jornal), os pesquisadores partilham com o leitor uma fonte preciosa de conhecimentos sobre o Rio de Janeiro na época em que ainda era capital da República. Partindo de temas como os bailarinos de formação clássica que dançavam maracatu, ao processo que levou, no carnaval, à oficialização dos desfiles das escolas de samba, até a influência dos sindicalistas nas políticas sociais do governo e a indignação popular contra afundamentos de navios brasileiros por submarinos alemães durante a Segunda Guerra – cada um destes textos permite, sob diferentes ângulos, pensar uma época de estímulo à criação de uma identidade brasileira.