Dividido em quatro seções, ou estações, O riso do inverno parte de poemas mais introspectivos, “de amor e entusiasmo” e “do canto e do riso”, para depois ampliar o foco em torno das mazelas humanas e sociais, num “lamento” que é também um retrato sensível do nosso tempo. O ciclo se fecha com a “natureza em movimento”, em cujas metáforas se traduz o próprio fluxo do tempo e da escrita, eternizando a essência da arte poética.


Placenta: estudos
Contos estranhos
Beco da vida
Histórias do bom Deus
Corvos contra a noite
Parados e peripatéticos
Pedaço de mim 

