Nestas histórias de vida ou morte, podemos encontrar a cada página um ladrão, um assassino ou mesmo um cadáver – mas não se trata exatamente de literatura policial, e nem mesmo cabe rotular que tipo de literatura temos aqui, diante do vasto repertório de recursos do autor: seja na prosa epistolar, seja narrando em primeira ou terceira pessoa, seja em textos corridos de formato convencional ou fragmentados em múltiplos trechos interdependentes, José Rezende Jr. sempre conduz com extrema perícia e maestria cada um de seus contos a uma situação inesperada ou a um desfecho surpreendente.


Antologia poética
O mar que restou nos olhos
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Burguesia e trabalho
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
De todas as únicas maneiras
O fim do Brasil
Ritual e performance
Uma escola de luta
Shazam! 

