Poema de amor e outras vozes é marcado por um sentimento de constante redescoberta do mundo. Murilo Vieira Komniski imprime em seus versos um olhar de deslocamento, de movimento constante, reflexo de seu ofício de diplomata, que combina a geografia do viajante com a sentimental e familiar. A busca pelo novo e por diferentes perspectivas são a força motriz de seus poemas.
“É conhecida a relação entre o viajante e a atividade do narrador, que se nutre da experiência colhida em paragens diversas para transmiti-las aos outros. Murilo dá um sentido novo aos deslocamentos do andarilho. Seus versos situam-se num momento anterior ao da narração. Eles captam o espanto, a situação fugidia em que a novidade ainda é só imagem e sensação.” (Flavio Moura)


Nas frestas das fendas
Nenhum nome onde morar
Corpo em combate, cenas de uma vida
Henrik Ibsen no Brasil
Maratona de Nova York
O mar que restou nos olhos
No limite da palavra
Sobrevoo
Sophia: singular plural
Tchau, crachá
Caminhos do hispanismo
Uma história para o futuro
A Criação Original
Culturas e imaginários
Pulvis
Estrada do Excelsior
O tempo amansa / a gente
O fim do Brasil
3º Encontro questão de crítica
Pessoas em movimento
Crítica de poesia
Outro (& outras)
A duas mãos
Quando formos doces
Vento, vigília 

