Imagens e emoções violentas compõem Poemas do front civil. Oscilando entre potência e impotência, Ariosto Teixeira uma agressividade desconcertante, um lirismo às avessas, que provoca ao expressar a consciência do sujeito contemporâneo que sobrevive na intimidação.


Raízes partidas
A bordo do Clementina e depois
O fim do Brasil
Vera Ballroom
Entre risos e perigos
Corvos contra a noite
As quatro paredes, o umbigo e a lombriga
Contos contidos
Histórias do bom Deus
O menor amor do mundo
Inclusive, aliás
Lampejos de dor e de fuga
A cidade inexistente
A casa invisível 

