Elias Fajardo possui um trabalho literário já amplamente reconhecido na área da ficção – seu romance mais recente, Belo como um abismo, foi um dos finalistas do prestigiado Prêmio Jabuti em 2015 –, mas, dessa vez, surpreende os leitores com este novo livro, enveredando pela arte sutil da poesia.
Divididos em sete seções temáticas, estes poemas do vai e vem trazem o olhar sensível de um autor maduro sobre a arte de estar no mundo: dos belos cenários que deslumbram o viajante em trânsito até as paisagens internas que brotam da vivência e da memória. Seja na fluência do verso livre ou na forma quase-zen consagrada pela sabedoria oriental do hai-cai, o poeta-escritor revela aqui um amplo domínio das mais variadas formas de linguagem.


Antologia poética
O mar que restou nos olhos
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Burguesia e trabalho
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
De todas as únicas maneiras
O fim do Brasil
Ritual e performance
Uma escola de luta
Nas frestas das fendas 

