Encontrar um cristal ao acaso é raro. É preciso escavar terras nunca exploradas até que seja possível chegar ao encontro do mais puro mineral após dias e noites de escavações. No sexto livro de Rosália Milsztajn, é possível encontrar a dor, o beijo, o abraço, as lembranças, o céu, ou seja, é na vida da poeta e do poema que esse raro cristal se apresenta nos versos ao longo da leitura. É preciso estar atento às escavações: assim como o cristal bruto, é na profundidade da vida que encontramos aquilo que será lapidado.


Cadernos de alguma poesia
Pedaço de mim
O assassinato da rosa
Adeus conto de fadas
A cidade inexistente
Grito em praça vazia
Caligrafias
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo
Estou viva
Tradução, arquivos, políticas
Da capo al fine
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Estrada do Excelsior
Novo tempo
Algum Lugar
Poemas para morder a parede
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O tempo amansa / a gente
O Rio de Janeiro nos jornais
Nenhum nome onde morar
Crítica de poesia
O desejo de esquecer
Pulvis 

