Quem não sabe contemplar o sexo e passa horas tentando organizar as ideias dos grandes gênios da humanidade, lendo livros infinitamente incompreensíveis, está no mundo para faxinar uma sujeira infinda. São faxineiros do inferno. Não percebem que a luxúria sim é a razão e o fim.


Tradução, arquivos, políticas
Um golpe de flor azul
Tudo intacto até o próximo segundo
Grito em praça vazia
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Antologia poética
Um rojão atado à memória
O mar que restou nos olhos
Nunca seremos tão felizes como agora
A era do sono
Numa nada dada situação
Inverso
Ossos da palavra
O fim do Brasil
Nenhum nome onde morar
Da capo al fine
Palavras azuis acordam a madrugada
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O som dos anéis de Saturno
A memória é uma boneca russa
Sobre o teatro de marionetes
Pulvis
Um vermelho não é um vermelho
Raízes partidas 

