Quimeras em diálogo
Grafismo e figuração na arte indígena
R$74,00
O grafismo e a figuração na arte indígena são temas de reflexão de diversos especialistas em Quimeras em diálogo. Organizada por Els Lagrou e Carlo Severi, a obra é pioneira na abordagem profunda e rigorosa sobre o grafismo ameríndio e sua relação com os suportes sobre os quais se aplica e que a constituem.
Quimeras em diálogo reúne textos que exploram dois tipos de relação entre grafismo e figuração num universo marcado por uma ontologia que tem o xamanismo como sua prática ritual constitutiva: a relação entre grafismo e a figuração (e/ou desfiguração) dos corpos, por um lado, e a relação entre cognição e percepção, por outro. A obra reflete sobre como a imagem surge como instrumento de mediação entre os lados visível e invisível do mundo fenomenológico. A relação entre ritual ameríndio e criação artística e as transformações entre música, ritmo, movimento e grafismo no contexto da performance ritual são outros destaques.
Propondo uma antropologia da percepção – que analisa o estatuto e a agência da imagem na sua relação com o universo cognitivo particular no qual opera – a obra reflete sobre o particular minimalismo figurativo presente na arte ameríndia, que sugere muito mais do que aquilo que expõe. Uma arte que leva ao extremo a tensão entre imagem material e imagem mental, tendendo a uma abstração que oculta uma figuração virtual.
| 336 | |
| 2013 | |
| 15,5x23cm | |
| Coleção | Sociologia & Antropologia |
| 7Letras |
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O grafismo e a figuração na arte indígena são temas de reflexão de diversos especialistas em Quimeras em diálogo. Organizada por Els Lagrou e Carlo Severi, a obra é pioneira na abordagem profunda e rigorosa sobre o grafismo ameríndio e sua relação com os suportes sobre os quais se aplica e que a constituem.
Quimeras em diálogo reúne textos que exploram dois tipos de relação entre grafismo e figuração num universo marcado por uma ontologia que tem o xamanismo como sua prática ritual constitutiva: a relação entre grafismo e a figuração (e/ou desfiguração) dos corpos, por um lado, e a relação entre cognição e percepção, por outro. A obra reflete sobre como a imagem surge como instrumento de mediação entre os lados visível e invisível do mundo fenomenológico. A relação entre ritual ameríndio e criação artística e as transformações entre música, ritmo, movimento e grafismo no contexto da performance ritual são outros destaques.
Propondo uma antropologia da percepção – que analisa o estatuto e a agência da imagem na sua relação com o universo cognitivo particular no qual opera – a obra reflete sobre o particular minimalismo figurativo presente na arte ameríndia, que sugere muito mais do que aquilo que expõe. Uma arte que leva ao extremo a tensão entre imagem material e imagem mental, tendendo a uma abstração que oculta uma figuração virtual.
