Um viajante comum registra sua jornada por meio de fotos. Lucas Viriato de Medeiros faz isso através da poesia. Com a sensibilidade e disponibilidade de quem não viaja com uma idéia pronta daquilo que vai encontrar, o autor se mostra aberto para tudo o que se apresenta ao longo do percurso, abraçando as experiências com humor e espanto, estranhamento e empatia.


Parados e peripatéticos
Shazam!
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Campos de Carvalho contra a Lógica
O médico e o barqueiro e outros contos
Pedaço de mim
O mar que restou nos olhos
Cinzas do século XX
Histórias do bom Deus
Caminhos do hispanismo
"Moscou" visto por
O chamado da vida
O fim do Brasil
Realismo, realismos
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Verdade e espetáculo
Estou viva
Poemas para morder a parede
A bordo do Clementina e depois
Inclusive, aliás
Sobre o corpo
Uma escola de luta
Cadernos de alguma poesia
Pulvis
Três faltas e você será foracluído [...]
Natureza humana 2
Regra e exceção
O morse desse corpo
Ceticismo antigo e dialética
Cárcere privado
Da capo al fine 

