Da fruta madura vêm muitos sabores: da infância remota, de paisagens exóticas, de silêncios que dizem muito. A poesia enxuta e concisa de Ana Agra nos leva longe – no tempo e no espaço –, acolhe os milagres do acaso, expõe medos e saudades e abre portas para novas percepções. Que seja romã esta fruta, em anagrama, já muito se diz dos ingredientes de que é feito este belo livro.14


No domínio de Suã
Um Flamengo grande, um Brasil maior
Max Martins em colóquio
Murmúrios
Criando caso todo dia
Vento, vigília
Mulheres de moto pelo mundo
Etnobiografia
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo
Como impressionar sem fazer esforço
Pesquisa histórica e história do esporte
Vera Ballroom
Contos contidos
Tradução e psicanálise
O movimento queremista e a democratização de 1945
Pessoas em movimento
Regra e exceção
As linguagens do futebol em Moçambique
Corvos contra a noite
Esporte, cultura, nação, Estado
Cadernos de alguma poesia
Nas frestas das fendas
O caos preclaro
O morse desse corpo
Pedaço de mim
Danação
Histórias do bom Deus
Beco da vida
Dinossauro emancipado
O aprendiz do desejo
Da capo al fine
Eu, Jeremias
O mar que restou nos olhos 

